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Câmara decide não realizar CPI da Saúde em Imperatriz

Câmara decide não realizar CPI da Saúde em Imperatriz
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A votação permanecerá em pauta até que consigam o sétimo voto favorável.

Na manhã desta terça-feira, 04, os vereadores se reuniram na Câmara Municipal para assinar a favor ou contra a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que poderia investigar, apurar fatos, ouvir testemunhas e até realizar diligências apurando acontecimentos denunciados na saúde de Imperatriz. Familiares de pessoas internadas no Socorrão marcaram presença para justificar a necessidade da CPI.  

Os vereadores organizadores da sessão relataram que com apenas sete assinaturas a CPI seria instaurada na cidade. Mas somente seis vereadores assinaram a favor e, por isso, não terá a CPI.  

O vereador Aurélio Gomes destacou a falta de compromisso dos vereadores para com os imperatrizenses. “Não podem esconder que a saúde de Imperatriz está um caos. Aqui estão pacientes e familiares que sofrem com o descaso. Basta ir ao Socorrão ou a qualquer posto de saúde. Por isso não apenas assinamos a CPI da Saúde como também pedimos que a população cobre a assinatura do seu vereador." 

A sessão encerrou com seis votos favoráveis à instauração da CPI: Aurélio Gomes, Bebé Taxista, Carlos Hermes, Ditola, Sargento Adelino e Ricardo Seidel. De acordo com o Regimento Interno da Câmara Municipal de Imperatriz, falta apenas mais uma assinatura para que a CPI seja instaurada.  

O vereador e presidente da Câmara, José Carlos Soares Barros, disse que a democracia precisa existir para a instauração. “Participaram aqui os dois lados, a favor e contra. Os vereadores que apoiam a aprovação da CPI vão continuar o trabalho em busca de mais assinaturas. Falta apenas uma." 

Uma das participantes da plenária, Weslane Barros, vendedora autônoma, afirma que foi participar da votação na Câmara porque quis saber para onde está indo com o dinheiro da saúde. “No Socorrão a situação está precária, pois tem gente morrendo. A CPI precisa ser instaurada para nós sabermos para onde está indo esse dinheiro”, disse. 

Weslane ficou três meses como acompanhante de um paciente e informou que vivenciou e percebeu muitas situações precárias. “Tinha gente morrendo. Outras precisavam de UTI, outras de cirurgias”.  

Carlos Hermes, ao falar na tribuna, destacou o posicionamento dos demais vereadores que não votaram a favor da CPI e saíram antes que terminasse a sessão. “Os vereadores esvaziaram a sessão. Não se pode acreditar em alguém que foge diante das respostas dessas questões. Será se essa é a forma de fazer com que a assistência à saúde de Imperatriz tenha solução?”, indagou.  

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