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Defesa Civil segue monitorando famílias desalojadas

Defesa Civil segue monitorando famílias desalojadas
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17 famílias são acompanhadas, após imóveis serem interditados por risco de desmoronamento.

A Prefeitura de Imperatriz, por meio da Defesa Civil, acompanha e monitora todos os dias as 17 famílias que tiveram suas casas interditadas após surgimento de rachaduras e risco de desmoronamento, nas mediações da Beira Rio. 

As famílias também são assistidas pela equipe da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, Sedes, que já providenciou o Aluguel Social, no valor de R$ 500 com duração de 6 meses ou mais aos moradores. Além disso, a secretaria tenta incluí-los no Programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal. 

O superintendente da Defesa Civil, Josiano Galvão, esclarece que todas as famílias estão sendo monitoradas por uma equipe especializada, entretanto alguns desalojados após recebimento do Aluguel Social voltaram para a área de risco. "A contribuição deve ser de todos, algumas famílias insistem em voltar, nós conversamos, aconselhamos e tentamos mostrar até por meio de laudos dos engenheiros que a estrutura da construção não está segura. Já tivemos algumas casas que após interdição vieram a desmoronar, então a retirada das famílias dos imóveis se fez necessária", afirma. 

Vale ressaltar que desde o dia 7 de abril as famílias desalojadas são acompanhadas, tendo recebido durante esse tempo auxilio por meio de abrigos, donativos e consultas com enfermeiros, médicos, psicólogos e requerimento de exames. 

Medida é uma determinação do prefeito Assis Ramos, que visa garantir segurança e moradia a essas famílias, assim como o bem-estar da população. 

A Defesa Civil recomenda aos moradores tanto da Beira Rio, como de qualquer localidade da cidade que o imóvel apresente rachaduras ou algo anormal, que busque contato com os órgãos responsáveis para vistoria. "Sei que é difícil deixar algo que foi construído com tanto esforço e dedicação, fora as memórias afetivas do lugar, porém temos que ter a consciência que uma casa com risco de desmoronamento coloca em risco a sua vida e da sua família, que é o bem mais precioso que temos", explica o superintendente. 

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