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Política ELEIÇÕES

Franciscano abre mão de disputar como vice de Assis Ramos as eleições

Mesmo assim, o MDB manteve a indicação de um nome do partido, ex-secretário de Regularização fundiária Alcemir Costa.

24/09/2020 17h53 Atualizada há 1 mês
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Por: Angra Nascimento Fonte: Assessoria
Decisão foi anunciada ontem.
Decisão foi anunciada ontem.

O empresário, produtor e ex-prefeito de São Francisco do Brejão, Francisco Santos Soares, o Franciscano, anunciou nessa quarta-feira (23) que não disputarás as eleições como candidato a vice-prefeito na reeleição do prefeito Assis Ramos. Indicado pelo seu partido, o MDB, para ser companheiro de chapa do candidato do DEM, Franciscano informou que embora esteja com advogados ajuizando recursos contra decisão que o tornou inelegível solidário, ele não poderia prejudicar um eventual segundo mandato ao atual prefeito caso a decisão da justiça não acatasse as ações e depois a chapa ser cassada.

“Não tenho este direito, seria muita irresponsabilidade da minha parte, prejudicar todo um processo político por teimosia ou vaidades. Preferir recuar com antecedência para que fosse indicado outro nome”, disse ele.

Mesmo com Franciscano abrindo mão, o MDB manteve a indicação de um nome do partido, com a escolha recaindo ao meio dia de ontem ao pré-candidato a vereador e ex-secretário de Regularização fundiária Alcemir Costa, que a partir de hoje será o novo companheiro de chapa de Assis Ramos. Franciscano assegurou que vai permanecer junto com o MDB apoiando a reeleição do atual prefeito.

Solidário

A condenação que tornou Franciscano inelegível foi por conta da utilização do restante do valor de um convenio assinado com a então prefeita Sonia Santos no valor de 95 mil reais para a construção de 160 kits sanitários e ele ao assumir o mandato em 2001 sucedendo a Sonia Santos, encontrou 45 mil reais do convenio e decidiu concluir os 50 por cento, pediu autorização da Funasa e recebeu o ok para a execução. Fez os 83 kits, a Funasa comprovou, mas na prestação de contas da gestão anterior foi reprovado por não terem sidos feitos e com isso, acabou de forma solidária sendo envolvido na ação embora a prestação de contas dos 50 por cento do convenio executado em seu mandato tenha sido aprovada, mais o TCU entende que não há divisão em convênios ou e todo ou e nada.

“Politico novo e com vontade” de trabalhar para recuperar o tempo de governo desastroso no município continuei os serviços, minha prestação da metade do convenio foi aprovada pela Funasa, só que a outra metade da gestão da Sonia Santos não foi aprovada e caiu sobre minha cabeça o fato dela não te4r usado os 50 por cento de forma correta. Se fosse hoje, com mais experiência, devolveria o dinheiro e caberia a ela sozinha responder por todo o convenio. O pior é que a Funasa autorizou a cumprir o restante do convenio e que fiz e ela atestou, não desviei ou usei de forma errada”, enfatizou ele

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