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Ex-vereador condenado pela Justiça e irmão do atual secretário de Agricultura detona os bastidores da gestão de Léo Cunha

Amigos e aliados estão destruindo a reputação e popularidade de Léo Cunha em Estreito.

12/02/2021 09h17 Atualizada há 3 semanas
Por: Angra Nascimento
Edevandrio Gomes Pereira detonou Léo Cunha, num áudio amplamente divulgados nas redes sociais.
Edevandrio Gomes Pereira detonou Léo Cunha, num áudio amplamente divulgados nas redes sociais.

ESTREITO - Léo Cunha parece estar decidido a destruir sua reputação e popularidade em Estreito. O prefeito não precisa de oposição nem inimigos, são os próprios aliados e amigos que estão expondo as travessuras de um político mimado e que não conhece as pessoas que moram no município.

Desta vez foi o ex vereador e atual irmão do Secretário de Agricultura, Manoelzinho do Didico, que meteu a boca no trombone. Edevandrio Gomes Pereira afirmou em um áudio de Whatsapp que circula em grupos que o prefeito Léo Cunha tem empregado apenas pessoas de outras cidades e revelou não ter recebido salário mesmo tendo deixado seus documentos na prefeitura e estar supostamente contratado. Segundo ele Léo Cunha teria dito pessoalmente que ele seria "o irmão que ele não tinha tido" e teria feito diversas promessas afirmando que ele participaria da atual gestão. Edevandrio comenta que está participando mas dinheiro que é bom nada.

Para quem não se lembra do ex vereador Edevandrio, ele era presidente da Câmara de Vereadores de Estreito em 2011, época em que foi afastado junto com seus outros colegas por corrupção. O motivo foram os mais de 190 mil reais de dinheiro público dividos entre os vereadores de forma Ilegal.

Veja o áudio na íntegra:

As revelações de Edevandrio mostram que não existe oposição ou pessoas organizadas para atacar Léo Cunha, mas o próprio grupo insatisfeito expondo atitudes dignas de um político perdido.

O promotor de justiça de Estreito deve urgentemente tomar providências e investigar o fato narrado por Edevandrio. Ele atualmente encontra-se impedido de manter vínculos e relações com o poder público pelas condenações na justiça. Todas elas relacionadas a enriquecimento ilícito, dano ao erário e violação dos princípios administrativos.

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